{"id":179,"date":"2023-07-17T20:23:54","date_gmt":"2023-07-18T00:23:54","guid":{"rendered":"https:\/\/forteiguatemi-faeng.ufms.br\/?page_id=179"},"modified":"2023-07-17T20:29:28","modified_gmt":"2023-07-18T00:29:28","slug":"as-fortificacoes-no-brasil","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/forteiguatemi-faeng.ufms.br\/en\/as-fortificacoes-no-brasil\/","title":{"rendered":"AS FORTIFICA\u00c7\u00d5ES NO BRASIL"},"content":{"rendered":"<h3>[slideshow_deploy id=&#8217;182&#8242;]<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As fortifica\u00e7\u00f5es desempenham um papel crucial na hist\u00f3ria da humanidade, sendo testemunhas do desenvolvimento da arquitetura e das estrat\u00e9gias militares ao longo dos s\u00e9culos, se destacam na paisagem e configuram processos importantes nas t\u00e9cnicas de constru\u00e7\u00e3o. Desde os primeiros assentamentos humanos, o homem buscou meios de se defender contra invas\u00f5es, o que levou ao desenvolvimento dos Fortes na arquitetura (CUST\u00d3DIO, 2017).<\/p>\n<p>Fortifica\u00e7\u00f5es s\u00e3o projetadas para proteger \u00e1reas e cidades de ataques militares, com destaque na paisagem para propiciar visibilidade das \u00e1reas circundantes (OLIVEIRA, 2008). Em seu tratado, Vitr\u00favio discute o planejamento e a constru\u00e7\u00e3o de cidades, incluindo a localiza\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica de fortifica\u00e7\u00f5es e a prote\u00e7\u00e3o dos assentos, na hist\u00f3ria da arquitetura das fortifica\u00e7\u00f5es compreende-se as Fortifica\u00e7\u00f5es Medievais, Fortifica\u00e7\u00f5es Renascentistas, Fortifica\u00e7\u00f5es Modernas, Fortifica\u00e7\u00f5es Contempor\u00e2neas e Fortifica\u00e7\u00f5es no Brasil Colonial. As primeiras fortifica\u00e7\u00f5es datam de milhares de anos atr\u00e1s, quando as primeiras comunidades constru\u00edram estruturas simples, como muralhas de pedra, para se protegerem de amea\u00e7as externas.<\/p>\n<p>Durante a Idade M\u00e9dia, as fortifica\u00e7\u00f5es assumem uma import\u00e2ncia ainda maior devido \u00e0s constantes guerras e invas\u00f5es. Nesse per\u00edodo, viveram diversas inova\u00e7\u00f5es arquitet\u00f4nicas que fortaleceram a defesa das estruturas, utilizadas para demonstrar poder e dom\u00ednio do territ\u00f3rio, tamb\u00e9m serviram como uma express\u00e3o pol\u00edtica na hist\u00f3ria da arquitetura (CRUXEN, 2011). Como esclarece Figueroa (1994), as fortifica\u00e7\u00f5es medievais elevaram-se na paisagem, pois permitiam vantagens claras, embora tamb\u00e9m imponha restri\u00e7\u00f5es aos habitantes da \u00e1rea fortificada. Essas limita\u00e7\u00f5es s\u00e3o especialmente significativas quando se considera o aspecto dom\u00e9stico e agropecu\u00e1rio que caracteriza a maioria das fortifica\u00e7\u00f5es medievais.<\/p>\n<p>As torres romanas fortificadas se constroem como parte dos murais defensivos das cidades ou acampamentos. Estas torres, geralmente de forma quadrada ou circular. As torres fortificadas permitem que os soldados vigiem os vizinhos e defendam a cidade ou o acampamento contra ataques inimigos.<\/p>\n<p>Embora o Tratado de Vitr\u00favio n\u00e3o trate especificamente das torres romanas fortificadas, ele fornece princ\u00edpios arquitet\u00f4nicos e conhecimentos gerais que podem ser aplicados ao planejamento e constru\u00e7\u00e3o dessas estruturas defensivas. De acordo com o estudo de Vellozo (2005), a utiliza\u00e7\u00e3o de fossos nas pra\u00e7as fortificadas demonstrou um avan\u00e7o significativo na arquitetura das fortifica\u00e7\u00f5es, proporcionando maior seguran\u00e7a e controle estrat\u00e9gico, pois dispunha de obst\u00e1culos que dificultava o acesso do inimigo at\u00e9 as torres. As torres mais altas tamb\u00e9m demonstraram uma mudan\u00e7a na estrat\u00e9gia de combate, pois permitia que os atacantes pudessem visualizar melhor onde iriam atacar.<\/p>\n<p>Com o advento do Renascimento, a arquitetura das fortifica\u00e7\u00f5es passou por transforma\u00e7\u00f5es. Castro (2016), mostra que as fortifica\u00e7\u00f5es militares apresentam caracter\u00edsticas arquitet\u00f4nicas com tra\u00e7os retos, e geom\u00e9tricos; o autor destaca a influ\u00eancia do pensamento renascentista na concep\u00e7\u00e3o e projeto das fortifica\u00e7\u00f5es, com uma maior \u00eanfase na est\u00e9tica e no equil\u00edbrio entre forma e fun\u00e7\u00e3o. O esquema de flanqueamento em um castelo era muito utilizado (Fig. 23).<\/p>\n<p>Fortifica\u00e7\u00f5es renascentistas, como a Cidadela de Carcassonne (Fig. 24), na Fran\u00e7a, incorporam elementos arquitet\u00f4nicos decorativos, como front\u00f5es e ornamenta\u00e7\u00f5es, sem comprometer sua efic\u00e1cia defensiva. Alves (2018), esclarece que a constru\u00e7\u00e3o desse Forte n\u00e3o se limitava apenas em um castelo, mas para prote\u00e7\u00e3o e controle territorial, e neste momento surgem os rios como um aliado para posicionar os fortes, pois dificultava a passagem dos povos estrangeiros, um dos principais avan\u00e7os da engenharia neste per\u00edodo foi a constru\u00e7\u00e3o de pontes levadi\u00e7as, que permitia o controle de quem entrava nas fortifica\u00e7\u00f5es. Com o avan\u00e7o da tecnologia militar, as fortifica\u00e7\u00f5es evolu\u00edram para se adaptar \u00e0s novas amea\u00e7as e estrat\u00e9gias de combate.<\/p>\n<p>Neste per\u00edodo, segundo Alves (2018), destaca-se a incorpora\u00e7\u00e3o de elementos como baluartes, fortifica\u00e7\u00f5es em estrela e sistemas de escava\u00e7\u00e3o em forma de t\u00faneis. Essas inova\u00e7\u00f5es arquitet\u00f4nicas permitem uma melhor distribui\u00e7\u00e3o de for\u00e7as defensivas e uma maior capacidade de resistir ao fogo de artilharia. Al\u00e9m disso, a introdu\u00e7\u00e3o de materiais como concreto armado e a\u00e7o permitiu a constru\u00e7\u00e3o de fortifica\u00e7\u00f5es mais resistentes e dur\u00e1veis. A utiliza\u00e7\u00e3o desses materiais permitiu a cria\u00e7\u00e3o de estruturas fortificadas de maior porte e com melhor capacidade de suportar os impactos das armas modernas. Como mostra Rocha (2018), ao longo da hist\u00f3ria, as fortifica\u00e7\u00f5es passaram por uma evolu\u00e7\u00e3o cont\u00ednua, refletindo as mudan\u00e7as sociais, tecnol\u00f3gicas e estrat\u00e9gicas de cada \u00e9poca, como o refor\u00e7o defensivo com estradas, e uma hierarquia nas pra\u00e7as.<\/p>\n<p>A Pra\u00e7a de Elvas (Fig. 25), localizada na cidade de Elvas, Portugal, \u00e9 uma not\u00e1vel obra de arquitetura de fortifica\u00e7\u00e3o, composta por uma s\u00e9rie de elementos defensivos, composta por muralhas, baluartes, fossos e revelins, pr\u00e1tica de forma complexa e bem organizada, iniciadas em 1643. Rocha (2018), esclarece que a constru\u00e7\u00e3o da Pra\u00e7a de Elvas tamb\u00e9m envolveu o uso de materiais robustos, como pedra e alvenaria, que conferiram solidez e resist\u00eancia \u00e0s estruturas defensivas.<\/p>\n<p>O desenvolvimento dessa constru\u00e7\u00e3o e t\u00e9cnicas da arquitetura militar tornou poss\u00edvel cruzamentos de fogos, hierarquias fortificadas e \u00e1reas que ocupavam mais espa\u00e7o no exterior das pra\u00e7as. Os baluartes, em particular, s\u00e3o caracter\u00edsticas marcantes da arquitetura de fortifica\u00e7\u00e3o da Pra\u00e7a de Elvas. Essas estruturas em formato de estrela permitem uma melhor distribui\u00e7\u00e3o das for\u00e7as defensivas e um amplo campo de vis\u00e3o para monitorar e proteger os arredores. Al\u00e9m disso, os baluartes ofereciam plataformas para artilharia, permitindo o uso efetivo de canh\u00f5es para repelir ataques inimigos. (ROCHA, 2018)<\/p>\n<p>A arquitetura das fortifica\u00e7\u00f5es evoluiu de estruturas primitivas para obras arquitet\u00f4nicas complexas e adapt\u00e1veis. No contexto do Brasil colonial, as fortifica\u00e7\u00f5es conseguiram um papel fundamental na defesa das col\u00f4nias contra amea\u00e7as externas e piratas. A arquitetura das fortifica\u00e7\u00f5es no per\u00edodo colonial refletiu influ\u00eancias europeias, principalmente portuguesas, combinadas com sintonia \u00e0s condi\u00e7\u00f5es e materiais dispon\u00edveis na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>De acordo com Cust\u00f3dio (2011), o Brasil, como col\u00f4nia portuguesa, n\u00e3o experimentou diretamente esse per\u00edodo medieval europeu, mas isso n\u00e3o significa que n\u00e3o houve influ\u00eancias culturais e arquitet\u00f4nicas remanescentes da \u00e9poca, o autor enfatiza que os primeiros colonizadores portugueses que chegaram ao Brasil traziam consigo uma forte heran\u00e7a cultural do medieval relacionada principalmente \u00e0s tradi\u00e7\u00f5es e costumes, incluindo as festas religiosas populares do interior do pa\u00eds. Atrav\u00e9s disso, \u00e9 poss\u00edvel compreender a import\u00e2ncia da rela\u00e7\u00e3o entre forma e fun\u00e7\u00e3o na concep\u00e7\u00e3o das fortifica\u00e7\u00f5es, bem como a necessidade de incorporar novas tecnologias e materiais para garantir sua efic\u00e1cia defensiva, em que trouxeram elementos importantes para a arquitetura, com avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos e novas t\u00e9cnicas na constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3>As Fortifica\u00e7\u00f5es no Brasil<\/h3>\n<p>As fortifica\u00e7\u00f5es litor\u00e2neas atendem uma demanda de prote\u00e7\u00e3o e defesa do territ\u00f3rio onde a ocupa\u00e7\u00e3o colonizadora era premente, por outro lado o interior do Brasil estava desprovido das a\u00e7\u00f5es que eram realizadas pela corte portuguesa.<\/p>\n<p>As raz\u00f5es e fatos que contextualizam e avan\u00e7am as a\u00e7\u00f5es para o interior do Brasil iniciaram com o Tratado de Tordesilhas (1494) seguido dos Tratados de Madri (1750), O Tratado de El Pardo e de Santo Ildefonso (1775), que foram os atos que definitivamente interferem na conforma\u00e7\u00e3o de defesa e defini\u00e7\u00e3o da fronteira brasileira pelos portugueses, embora o confronto com a coroa Espanhola se deva frequentemente.<\/p>\n<p>\u00c9, portanto, atrav\u00e9s desses tratados que melhor se identifica as a\u00e7\u00f5es de ocupa\u00e7\u00e3o e defesa de Marqu\u00eas de Pombal nas fronteiras do Brasil com as fortifica\u00e7\u00f5es que foram constru\u00eddas. Trata-se, sobretudo, da Fortaleza de S\u00e3o Jos\u00e9 do Macap\u00e1 (AMAP\u00c1 &#8211; AP), o Forte Pr\u00edncipe da Beira (ROND\u00d4NIA \u2013 RO) e o Forte de Coimbra (CORUMB\u00c1 &#8211; MS) e Pres\u00eddio de Miranda (MIRANDA-MS) e do Forte de Iguatemi (PARANHOS &#8211; MS), objeto principal deste trabalho.<\/p>\n<p>Com o objetivo de demarcar a fronteira luso-espanhola com os acordos do<\/p>\n<p>Tratado de Madrid, foi criada uma comiss\u00e3o demarcat\u00f3ria em territ\u00f3rio matogrossense e que tinha como principais comiss\u00e1rios o engenheiro militar, cart\u00f3grafo, arquiteto, ge\u00f3grafo e administrador colonial do s\u00e9culo XVIII do lado Portugu\u00eas Jos\u00e9 Cust\u00f3dio de S\u00e1 e Faria (inclusive foi Governador da Capitania do Rio grande do Sul e teve atua\u00e7\u00f5es relevantes na parceria entre os Governadores das Capitanias do Rio de Janeiro e S\u00e3o Paulo, nas quest\u00f5es da instala\u00e7\u00e3o do Forte de Iguatemi que ser\u00e3o melhor analisadas no pr\u00f3ximo cap\u00edtulo), e n\u00e3o menos importante pela parte espanhola, Manuel Ant\u00f4nio de Flores.<\/p>\n<p>O que se observa nessas fortifica\u00e7\u00f5es citadas acima \u00e9 que todas possuem uma tipologia da arquitetura Militar Moderna, ou seja, todas com as balaustradas e elementos b\u00e9licos dessa nova arquitetura e, sobretudo, sob orienta\u00e7\u00e3o de Marqu\u00eas de Pombal.<\/p>\n<p>A Fortaleza de S\u00e3o Jos\u00e9 do Macap\u00e1 \u2013 Amap\u00e1 &#8211; AP (Fig. 26) est\u00e1 localizada \u00e0 esquerda do rio Amazonas, nas proximidades da antiga Prov\u00edncia dos Tucujus, onde hoje em dia, conhecemos como a cidade de Macap\u00e1, no estado do Amap\u00e1, no Brasil. Seu prop\u00f3sito era defender a Amaz\u00f4nia, foi desenvolvido por Marqu\u00eas de Pombal, as suas dimens\u00f5es s\u00e3o pr\u00f3ximas \u00e0s do Real Forte Pr\u00edncipe da Beira, no qual seu projeto foi inspirado.<\/p>\n<p>O Real Forte Pr\u00edncipe da Beira (ROND\u00d4NIA \u2013 RO) (Fig. 27) est\u00e1 localizado na margem direita do rio Guapor\u00e9, hoje munic\u00edpio de Costa Marques, em Rond\u00f4nia, Brasil. Foi constru\u00eddo a partir de abril de 1775, para defender o Pa\u00eds, na fronteira com a Bol\u00edvia, da ofensiva dos espanh\u00f3is. Ele se imp\u00f4s pela estrutura e posi\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica. \u00c9 apontada como a maior edifica\u00e7\u00e3o militar portuguesa no Brasil Colonial e fora da Europa.<\/p>\n<p>O Forte de Coimbra (CORUMB\u00c1-MS) (Fig. 28) localiza-se na margem direita do rio Paraguai e sobre o estreito de S\u00e3o Francisco Xavier, no que hoje se conhece como distrito de Forte Coimbra, dentro do munic\u00edpio de Corumb\u00e1, estado de Mato Grosso do Sul, no Brasil. O forte foi oficialmente fundado em 13 de setembro de 1775.<\/p>\n<p>Enquanto o Forte de Miranda (MIRANDA-MS) (Fig. 29) localizava-se no Pres\u00eddio de Miranda, \u00e0 margem direita do rio M&#8217;botete\u00ed, o atual rio Miranda. Na \u00e1rea que hoje se situa a cidade de Miranda, no estado de Mato Grosso do Sul, no Brasil. Fundado em 1797 pelo governador e capit\u00e3o-general da capitania de Mato Grosso, Caetano Pinto de Miranda Montenegro.<\/p>\n<p>E por \u00faltimo o Forte de Nossa Senhora dos Prazeres do Iguatemi (Fig. 30), que ser\u00e1 tratado com mais detalhes adiante.<\/p>\n<h6>Figura 23 &#8211; Esquema de flanqueamento em um castelo e em um forte abaluartado<\/h6>\n<h6>Fonte: Castro, 2009<\/h6>\n<h6>Figura 24 &#8211; Cidadela de Carcassone, Fran\u00e7a<\/h6>\n<h6>Fonte: Revirando Mundo, 2017. Dispon\u00edvel em:<\/h6>\n<h6><a href=\"http:\/\/www.revirandomundo.com.br\/2017\/vamos-medieval-carcassonne\/\">&lt;<\/a><a href=\"http:\/\/www.revirandomundo.com.br\/2017\/vamos-medieval-carcassonne\/\">http:\/\/www.revirandomundo.com.br\/2017\/vamos<\/a><a href=\"http:\/\/www.revirandomundo.com.br\/2017\/vamos-medieval-carcassonne\/\">&#8211;<\/a><a href=\"http:\/\/www.revirandomundo.com.br\/2017\/vamos-medieval-carcassonne\/\">medieval<\/a><a href=\"http:\/\/www.revirandomundo.com.br\/2017\/vamos-medieval-carcassonne\/\">&#8211;<\/a><a href=\"http:\/\/www.revirandomundo.com.br\/2017\/vamos-medieval-carcassonne\/\">carcassonne\/<\/a><a href=\"http:\/\/www.revirandomundo.com.br\/2017\/vamos-medieval-carcassonne\/\">&gt;<\/a>. Acesso em: mai. de 2023.<\/h6>\n<h6>Figura 25 &#8211; Planta da Pra\u00e7a de Elvas e seus contornos\/ Miguel Luiz Jacob, 1710-1771<\/h6>\n<h6>Fonte: Entidade: Biblioteca Ex\u00e9rcito, 2023<\/h6>\n<h6>Figura 26 &#8211; Fortaleza de S\u00e3o Jos\u00e9 do Macap\u00e1 (MACAPA &#8211; AP).<\/h6>\n<h6>Fonte: <a href=\"http:\/\/luckamapa.blogspot.com\/2011\/11\/\">http:\/\/luckamapa.blogspot.com\/2011\/11\/<\/a><a href=\"http:\/\/luckamapa.blogspot.com\/2011\/11\/\">.<\/a><\/h6>\n<h6>Figura 27 &#8211; O Forte Pr\u00edncipe da Beira (ROND\u00d4NIA &#8211; RO).<\/h6>\n<h6>Fonte: <a href=\"http:\/\/portal.iphan.gov.br\/noticias\/detalhes\/4950\/real-forte-principe-da-beira-em-rondonia-esta-em-obras-de-revitalizacao\">http:\/\/portal.iphan.gov.br\/noticias\/detalhes\/4950<\/a><a href=\"http:\/\/portal.iphan.gov.br\/noticias\/detalhes\/4950\/real-forte-principe-da-beira-em-rondonia-esta-em-obras-de-revitalizacao\">.<\/a><\/h6>\n<h6>Figura 28 &#8211; Forte de Coimbra (CORUMB\u00c1 &#8211; MS).<\/h6>\n<h6>Fonte: Acervo da Autora.<\/h6>\n<h6>Figura 29 &#8211; Pres\u00eddio de Miranda (MIRANDA &#8211; MS).<\/h6>\n<h6>Fonte: <a href=\"http:\/\/datasefatoshistoricos.blogspot.com\/2011\/03\/16-de-julho.html\">http:\/\/datasefatoshistoricos.blogspot.com\/2011\/03\/16<\/a><a href=\"http:\/\/datasefatoshistoricos.blogspot.com\/2011\/03\/16-de-julho.html\">&#8211;<\/a><a href=\"http:\/\/datasefatoshistoricos.blogspot.com\/2011\/03\/16-de-julho.html\">de<\/a><a href=\"http:\/\/datasefatoshistoricos.blogspot.com\/2011\/03\/16-de-julho.html\">&#8211;<\/a><a href=\"http:\/\/datasefatoshistoricos.blogspot.com\/2011\/03\/16-de-julho.html\">julho.html<\/a><\/h6>\n<h6>Figura 30 &#8211; Forte Nossa Senhora dos Prazeres do Iguatemi.<\/h6>\n<h6>Fonte: <a href=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/12V4pn2Faaw8lOrpQWqyHiDqWRxDstc4S\/view?usp=sharing\">https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/12V4pn2Faaw8lOrpQWqyHiDqWRxDstc4S\/view?usp=sharing<\/a><\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[slideshow_deploy id=&#8217;182&#8242;] &nbsp; As fortifica\u00e7\u00f5es desempenham um papel crucial na hist\u00f3ria da humanidade, sendo testemunhas do desenvolvimento da arquitetura e das estrat\u00e9gias militares ao longo dos s\u00e9culos, se destacam na paisagem e configuram processos importantes nas t\u00e9cnicas de constru\u00e7\u00e3o. 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